quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Mulher de PM acusado de matar homossexuais e garotas de programas diz que marido é inocente e pede que justiça



A mulher do ex-cabo do 12º Batalhão da Polícia Militar, José Jorlânio Nunes de Lima, condenado recentemente a 10 anos de reclusão por tentativa de assassinato, procurou a imprensa para apresentar provas que inocentam o marido.

Laécia Wanderley, disse que até agora a família nunca tinha tornado o caso público devido a orientações dos advogados, mas que nenhuma das acusações é verdadeira, pois além do ex-policial estar de serviço no dia que os crimes foram cometidos, várias testemunhas disseram que não foi ele que tentou contra a vida delas:

“Temos cópias das escalas que comprovam que meu marido estava trabalhando no dia do assassinato. Nem em Patos ele estava, estava de serviço na cidade de São Bento. Além disso, uma das vítimas que sobreviveu à tentativa de homicídio afirmou em todas as audiências que houve, que não era Jorlânio o autor do disparo”, afirmou.


A mulher ainda falou que com a expulsão do marido da corporação, a vida ficou bastante complicada, pois os filhos sofrem muito com a situação que o pai se encontra: Meu marido está preso há dois anos e sete meses e não tem nada haver com nenhum dos crimes que estão acusando. Meus filhos sofrem com tudo isso, minha família está vivendo um pesadelo”, desabafou.

Na próxima sexta-feira, familiares e amigos realizam um protesto em frente ao Fórum Miguel Sátyro, pedindo providências à justiça em relação ao caso.

O ex-policial foi preso no ano de 2012, acusado de cometer cinco assassinatos na cidade de Patos, em 2011, a maioria deles de garotas de programas e homosexuais. José Jorlânio cumpre pena no 3º Batalhão de Polícia Militar.

maispatos.comvia sertaonamidia.com.br
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