segunda-feira, 15 de setembro de 2014

MERCOSUL TERA PLACAS DE CARROS UNIFICADAS

Projeções de como ficariam as placas do Brasil e do Paraguai

Em nova reunião, representantes de cada um dos países do Mercosul (união aduaneira composta por Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela) deram passos importantes na consolidação da proposta da uma placa única para todas as nações do bloco. Foi a sexta reunião do grupo que e serviu para definir projeções do modelo definitivo das chapas que deverão estampar 100 milhões de veículos até 2018.

Segundo representantes do Mercosul, houve um avanço significativo no desenho e na implementação da placa única ao longo do encontro realizado em Buenos Aires. A ideia, aparentemente, é seguir o projeto europeu, que se tornou realidade após intensas negociações entre os países da União Europeia.

Não está definido ainda, entretanto, o padrão de desenho e se haverá variações entre eles. Simulações tentam se aproximar do modelo europeu, um pouco mais larga que a atual e com mais letras para aumentar a variedade de combinações. Na lateral esquerda, localiza-se a bandeira do país, seguida logo abaixo pela sigla correspondente à cidade (e não mais por extenso como atualmente) e ao estado, da esquerda para a direita, nessa ordem, além da sigla do país. As cores poderiam variar para se assemelhar aos padrões atuais de cada um dos países.

No Brasil a previsão de crescimento da frota de veículos garanta combinações até 2030, na Argentina restam apenas 2 milhões de combinações disponíveis no esquema de três letras e três números. Apesar disso, o principal argumento da unificação das placas é a segurança jurídica dos deslocamentos fora do país de origem do veículo. A placa unificada facilita os controles das autoridades de trânsito locais.

Hoje, os veículos de carga e passageiros (caminhões e ônibus) habilitados a trafegar regularmente entre os países do Mercosul o fazem através do Certificado de Inspeção Técnica Veicular (CITV), um documento que atesta o cumprimento das condições de segurança estabelecida pelos países para que trafeguem na região. Não é à toa que estes veículos (caminhões e ônibus) serão os primeiros receberem a “Placa Mercosul”, a partir de 2016.

Nas categorias de veículos de passeio e outros tipos, a migração para a nova placa começa em 2018, juntamente com os veículos novos produzidos e emplacados dentro dos países do bloco.

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