sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CAMELÔ TENTA TIRAR ARMA DE PM E É BALEADO EM SP, VEJA VÍDEO


É triste ver duas vidas acabadas, a vida do camelô que morreu e a do policial que vai perder sua liberdade e seu emprego.
Diante do vídeo cabe aqui algumas reflexões:
1- Será que se o camelô não tivesse tentado tirar a arma da mão do policial isso não teria sido evitado?
2- será que se as pessoas fossem conscientes de que pirataria é crime e a policia estava ali só para fazer a lei ser cumprida, se tivessem deixado a policia prender o infrator sem tentar impedir a ação da policia isso não teria sido evitado?
3- Será que quando esse policial saiu de casa pra trabalhar deixando mulher e filhos, na sua mente ele saiu pensando "hoje vou matar um cara na rua"? Será que realmente ele queria isso?
4-pelo que se ver no vídeo, será que o disparo não foi acidental? Será que a arma não disparou na hora que ele foi acionar o spray de pimenta?
5- finalizo perguntando, O que vc faria se fosse o policial, cercado por varias pessoas e um deles tentasse tomar sua arma? sabendo que se tomassem sua arma poderia perder sua vida ou a dos seus colegas?

Pois é, essa é a rotina de um policial no Brasil, sai de casa todos os dias colocando em risco sua vida e sua liberdade. antes de criticar coloque-se no lugar dele e tente imaginar o que vc faria.

Não sou a favor de nenhum desvio de conduta por parte de nenhum policial, mas nesse caso ai pra mim foi legitima defesa, infelizmente o que ele tinha para se defender na hora era a arma, e fatalmente a vitima do disparo morreu.

Isso também é reflexo da cultura do brasileiro que acha que o correto é sempre descumprir as leis, a policia tava só fazendo seu trabalho, pra que tentar impedir, e será que realmente é correto tentar partir pra cima de um policial armado? No minimo é irresponsável essa atitude.

Porque será que a população sempre quer reagir contra a polícia, mas quando é assaltada por vagabundos não tem essa mesma coragem?

O problema da violência no Brasil é sim culpa da falta de investimento e de leis mais severas. Mas também é culpa sua que se orgulha de sempre levar vantagem sobre os outros, de sonegar seu imposto, de fazer "gato" de água e luz, de andar com moto e carro atrasados enquanto outros pagam o emplacamento em dias, que gosta de passar sinal vermelho, que bebe e dirige, que se acha o máximo porque pagou 50 reais pra ser liberado de uma multa. Pense nisso!


Uma tragédia - duas vítimas.
Em nome dos numerosos questionamentos que recebi acerca do fato, emitirei aqui minha opinião técnica sobre o ocorrido em São Paulo, no qual o policial militar, Henrique Dias Bueno de Araújo, alvejou um camelô no bairro da Lapa, zona oeste de São Paulo.


A primeira questão que gostaria de tentar elucidar é: o “uso progressivo da força” e em seguida, gostaria de explicitar o que diz o código penal brasileiro.

O uso da força, faz parte do dia-a-dia da atividade policial e as instruções acerca de seu uso constam nos principais manuais técnicos de todo o mundo. Vejam a escala de progressão:

1. Presença Policial;
2. Verbalização;
3. Controle de contato;
4. Controle físico;
5. Técnicas defensivas não letais (Spray e etc.);
6. Força Letal.

O que diz o nosso código penal?
“Art. 23 - Não há crime quando o agente [policial] pratica o fato:
I - em estado de necessidade;
II - em legítima defesa;
III - em estrito cumprimento de dever legal ou no exercício regular de direito.”

É possível claramente observar que o soldado seguiu rigorosamente o “uso progressivo da força” e demostra uma grande preocupação na proteção da sua equipe e de sua retaguarda. Quando retirou a sua arma do coldere, teve o cuidado de mantê-la baixa e o dedo fora do gatilho, conforme preconizam os treinamentos.

Notamos que o camelô Carlos Augusto Muniz Braga é uma pessoa de estatura física muito maior em relação ao policial, o qual ficaria claramente em desvantagem num possível combate corpo a corpo. O policial após ter as ações dos ítens 1, 2, 3 e 4 do “uso progressivo da força” frustradas, fez uso do Spray de pimenta - item 5 da escala. Carlos Augusto de Muniz Braga atacou o policial com intenção de desarmá-lo do seu equipamento não letal. Neste momento, o polical recorreu ao item 6, utilizando-se de seu armamento letal.

Nos EUA o policial possui o direito de utilizar seu equipamento letal contra qualquer pessoa que atente contra a sua segurança e sua integridade física. Ao acompanhar uma operação em Austin, Texas, presenciei uma ação em que um motorista deu ré no seu próprio carro para tentar ferir o policial e o mesmo se utilizou da força letal para conter o risco de sua integridade e de sua equipe.

Há no trabalho policial uma linha tênue que divide o campo da prevaricação e dos excessos de violência.
É preciso compreender que a agressão dirigida para o policial é um ato que envolve, em si, um risco, no mundo todo. Em outros diversos países, o agressor (de policiais, em específico) pode até ser punido com prisão perpétua, se não pagou com a própria vida.

Lamento a perda de uma vida, e não se trata, neste momento, de abordar o fato levianamente. No entanto, considero que a ação do policial foi coerente com os preceitos técnicos, na situação que se apresentou, dentro das possibilidades acessíveis – embora o fato não deixe, por isso, de se apresentar como triste e trágico.
via sertaonamidia.com.br
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