sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Em Patos: Amigos e familiares se mobilizam e pedem absolvição sumária do ex-cabo Jorlânio Nunes







Familiares e amigos do ex-cabo do 12º Batalhão da PM, José Jorlânio Nunes de Lima, condenado a 10 anos de reclusão por tentativa de assassinato na cidade de Patos, estiveram na manhã desta sexta-feira (12), de fronte ao Fórum Miguel Sátyro para protestar contra a sentença e pedir uma revisão do processo contra Jorlânio, pois acreditam na inocência do mesmo.

Um colega de farda do ex-cabo usou um microfone para expor à população o motivo da mobilização realizada nesta manhã. Tanto os familiares, como o soldado amigo de Jorlânio, acreditam que a condenação foi injusta, pois segundo eles, existem muitas falhas processuais, a exemplo da falta de provas concretas que apontam para a sua inocência.

Os manifestantes pediam a absolvição sumária do ex-cabo José Jorlânio Nunes de Lima, expulso da Polícia Militar, através de publicação no Diário Oficial no dia 3 de setembro. A alegação é que o cidadão possui conduta classificada como de “alto grau de reprovação social” e que fere o “decoro da classe e o sentimento de dever”.


Entenda o caso

O ex-cabo do 12º Batalhão da PM, José Jorlânio Nunes de Lima, condenado a 10 anos de reclusão por tentativa de assassinato, foi preso no ano de 2012, sob a acusação de cometer cinco assassinatos na cidade de Patos, em 2011. Os alvos principais eram homossexuais e garotas de programa. O policial cumpre pena no 3º Batalhão da PM, na Morada do Sol.

“Consta na sentença condenatória que o crime praticado pelo militar estadual teve como motivação a homofobia e com circunstâncias que demonstram ‘intolerância comportamental e aversão ao outro'”, diz trecho do ato publicado no Diário Oficial do Estado.


Hélio Barbosa

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