sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Após 19 horas de julgamento, mentor do estupro coletivo é condenado a 107 anos de prisão, na Paraíba. Confira!




Mais de dois anos e meio após o crime hediondo cometido na cidade de Queimadas, Eduardo dos Santos Pereira, principal acusado do “Caso queimadas”, foi condenado a 107 anos de prisão, apontado como mentor dos estupros e assassinatos de duas jovens, durante uma festa de aniversário.


Eduardo, parentes e amigos simularam um assalto e, encapuzados, abusaram sexualmente das jovens. Reconhecidos, assassinaram as duas.



(Familiares das vítimas aguardaram de mãos dadas o anúncio da sentença)


O julgamento, que começou ontem à tarde, durou 19 horas, no Fórum Criminal da Capital. O Conselho de Sentença composto por quatro homens e três mulheres se reuniu por volta das 5h20 desta sexta-feira (26) e saiu da sala cerca de três horas depois.



O Juiz Antônio Maroja Limeira Filho leu a sentença que apontou o réu como culpado.


Caso Queimadas


O caso ocorreu em 12 de fevereiro de 2012, resultou nas mortes de duas vítimas, a professora Isabela Pajuçara Frazão Monteiro, de 27 anos, e a recepcionista Michelle Domingues da Silva, de 29 anos, que foram assassinadas por terem reconhecido os agressores. O caso ganhou repercussão nacional.


O caso do estupro coletivo (0000322-76.2012.815.0981) foi desaforado da comarca de Queimadas, após solicitação do Ministério Público e da defesa do acusado, acatado em decisão da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, que entendeu, por unanimidade, que essa determinação permitirá uma decisão imparcial por parte do Júri.


Na época, o juiz da 1ª Vara mista da comarca de Queimadas, Antônio Gonçalves Ribeiro, declarou que o desaforamento foi uma decisão justa, por se tratar de um caso muito “clamoroso”, que tinha animosidade da população, com vítimas que eram da cidade.




Do MaisPBvia sertaonamidia.com.br
Curta nossa página no Facebook e fique atualizado em tempo real. https://www.facebook.com/sertaonamidia

0 comentários:

Postar um comentário

IV – “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;

VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”;

 
CARCARÁ PARELHAS | by TNB ©2010